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Curitiba perdeu o tom

Até a década de 1990, quem passasse pela esquina da Avenida João Gualberto com a Rua Campos Sales se depararia com algo inusitado: a faixa de pedestres pintada como se fosse um teclado de piano. Não se tratava de apenas mais uma intervenção artística no típico cinza do urbanismo curitibano. A pintura homenageava a fábrica de pianos Essenfelder, instalada naquele endereço no ano de 1909 e considerada por muito tempo a melhor fábrica de pianos do Brasil. De lá, saíram aproximadamente 45 mil pianos e muitos apaixonados pelo instrumento.

Até a década de 1990, quem passasse pela esquina da Avenida João Gualberto com a Rua Campos Sales se depararia com algo inusitado: a faixa de pedestres pintada como se fosse um teclado de piano. Não se tratava de apenas mais uma intervenção artí­stica no tí­pico cinza do urbanismo curitibano. A pintura homenageava a fábrica de pianos Essenfelder, instalada naquele endereço no ano de 1909 e considerada por muito tempo a melhor fábrica de pianos do Brasil. De lá, saí­ram aproximadamente 45 mil pianos e muitos apaixonados pelo instrumento.
Um deles é o afinador de pianos Márcio Adriano Marques. “Sou a quarta geração de uma famí­lia de afinadores de piano. Começou com meu bisavô. Meu avô, meu tio e eu trabalhamos para a Essenfelder, e gostaria muito que meu filho trabalhasse lá também”, conta. Com o fechamento da fábrica em 1996, Marques diz ter ficado sem chão. Por isso, ele e um grupo de ex-funcionários tentaram ressuscitar a Essenfelder, mas não obtiveram sucesso. “Chegamos à conclusão de que seria impossí­vel construir um Essenfelder como os de antigamente. Hoje em dia, eles só teriam o nome em comum”, explica.
Técnica e afinco que cruzaram o mar
A trajetória da marca se inicia em Buenos Aires no ano de 1889. Florian Essenfelder, recém-chegado da Alemanha, instala na capital argentina sua própria fábrica de pianos. O conhecimento técnico de Florian tinha uma fonte: a fábrica alemã C. Bechstein, onde trabalhou antes de cruzar o Atlântico. A morte da esposa em 1899, a situação financeira precária e a escassez de matéria-prima fizeram com que Florian se destinasse às terras brasileiras. Permaneceu no Rio Grande do Sul por uma década até ser atraí­do ao Paraná em busca de madeira de araucária, imbuia, cedro e carvalho, abundantes por aqui.
E parece que a decisão foi acertada. Marques ressalta que a madeira utilizada na construção de um Essenfelder é o que o diferencia dos demais pianos. “A tábua harmônica, ou seja, a madeira que fica na parte de trás do piano de armário, tem, nas outras marcas, apenas um revestimento de imbuia. O Essenfelder tem a tábua toda de imbuia, razão pela qual o som é mais potente e se propaga melhor”, esclarece.
A Essenfelder não produziu somente os dois modelos mais recorrentes de piano: o vertical ou de armário, que é menor e fica encostado na parede, e o de cauda, comumente presente em grandes espetáculos musicais. Fez também o piano orquestral, que, até hoje no Brasil, nenhuma outra marca produziu.
A pianista Henriqueta Duarte foi responsável por testes em pianos Essenfelder recém-fabricados. Dentre as qualidades que enaltecem a marca, Henriqueta pontua o tratamento da madeira, a preocupação com a produção e a competência do fundador, que passou a sabedoria aos descendentes. “A fabricação era um artesanato de alto refinamento. Eu levava meus alunos para visitá-la uma vez por mês, era apaixonante”, conta.
Fecha-se a fábrica, nasce o mito
O renome e a história da marca fizeram com que os olhos de artistas e pianistas do Brasil e do mundo se voltassem para Curitiba. Registros de jornais da década de 1910 mostram que grandes pianistas brasileiros e estrangeiros custavam a acreditar que um piano de tão alta qualidade pudesse ter sido feito na jovem e pacata Curitiba. Atualmente, apesar de estar ultrapassada por conta dos avanços tecnológicos das outras fábricas, a Essenfelder ainda mantém o posto nos cenários musical e artí­stico brasileiros. “Durante sua existência, o Essenfelder apresentou algumas mudanças estéticas, mas quase nenhuma na qualidade, a não ser nos últimos anos. A fábrica se mudou para o CIC [Cidade Industrial de Curitiba] e, por causa disso, perdeu-se parte do maquinário e dos gabaritos”, esclarece Marques.
Cerca de 25 Essenfelder passam por ano pela loja de pianos de que Marques é dono. O preço deles varia de R$6.500 a R$9.000, quantia considerável para uma marca que não existe mais. Pianos novos de outras fábricas brasileiras chegam a sair pelo mesmo preço. “Temos que considerar que a Essenfelder é uma marca curitibana e que há uma demanda maior por aqui, mas certamente existem pianos Essenfelder em Manaus”, exemplifica Marques.
A Essenfelder fechou as portas 106 anos após a fundação. “Sinto que ficamos órfãos com o fim da fábrica. Esperamos para ver se algo seria feito por parte do poder público, mas parece que é pra sempre, a não ser que aconteça algum milagre”, lastima Henriqueta. A esperança de que alguma interferência externa à fábrica a salvaria da falência também é compartilhada por Marques. “Eu esperava, inclusive, que as tentativas de reerguer a Essenfelder viessem também da iniciativa privada, mas isso não aconteceu. Agora é assim: quem tem, tem, quem não tem, que corra atrás de um usado”, diz.

Piano Essenfelder em uma escola de música. A demanda, em Curitiba, continua competindo com marcas atuais

VINÍCIUS TORRESAN

Florian Essenfelder e seus filhos mais velhos no iní­cio do século XX

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