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Identidade judaica é reforçada em Curitiba pelo Centro Israelita do Paraná

Localizado no bairro Bom Retiro, o complexo agrega sinagoga, escola, museu e espaços culturais para a comunidade judaica

No Brasil há cerca de 108 mil judeus, mais de quatro mil deles localizados no estado do Paraná. Em Curitiba, jovens, crianças e adultos desempenham diversas atividades culturais no Centro Israelita do Paraná (CIP) – espaço com mais de 20 mil m² no Bom Retiro que hospeda a Escola Israelita Brasileira Salomão Guelmann, a Sinagoga Beit Yacoov, o clube esportivo, o espaço folclórico e o Museu do Holocausto.
Na memória coletiva, o povo judeu ocupa um espaço de luta e sofrimento. Tal qual é relatado no Museu, milhões foram perseguidos e executados na Shoá (denominação hebraica para o mundialmente conhecido Holocausto; significa “catástrofe”, “calamidade”).
Apesar dos fantasmas do acontecido, a comunidade judaica mantém hoje uma forte estrutura para resgatar suas origens. “É essencial a nossa preocupação com a cultura e com a educação, e a importância da manutenção de uma escola que seja geral e que possa manter as nossas tradições.”, afirma Charles London, presidente da Comunidade Judaica de Curitiba. “Este é um dos tripés da manutenção da própria comunidade: a educação judaica e a educação geral como um todo”, ressalta.

Habonim Dror

O Habonim Dror é um movimento juvenil judaico de corrente sionista e socialista, presente em 18 países, incluindo o Brasil, onde comemora 70 anos em 2015. Ele funciona dentro do sistema de ensino não-formal. Os jovens mais experientes trabalham com crianças a partir de 7 anos, que aprendem desde cedo sobre os costumes judeus, falam o idioma hebraico e comemoram as datas festivas típicas do calendário lunar gregoriano.

Equipe de monitores do movimento jovem Habonim Dror durante atividade neste ano. Foto: acervo pessoal

Equipe de monitores do movimento jovem Habonim Dror durante atividade neste ano. Foto: acervo pessoal

“Eu entrei no final de 2002, com nove anos. Faz muito tempo”, conta Henrique Burkinsky, que hoje tem 21 e é responsável pela liderança educacional do Dror. Ele explica que o movimento não é religioso, mas social. “Nossas crianças realizam atividades que visam uma educação cultural judaica humanista. Não vemos o judaísmo somente como religião, mas como perfil do homem judeu”, explica.
A preparação jovem visa um intercâmbio para Israel, programa com financiamento parcial pelo Masa (programa do Governo de Israel em parceria com a Agência Judaica para garantir a Lei do Retorno de judeus ao país).
Em Curitiba, os encontros são realizados aos sábados, geralmente com os alunos da Escola Israelita Brasileira. “Mesmo as crianças que não têm família dentro da comunidade são bem-vindas. Acontece muito do pessoal da escola vir pra cá e acabar trazendo os amigos”, conta Raphael Casagrande, atual maskir (equivalente a presidente) do Habonim Dror.

Box Rapha

O Museu do Holocausto

Dentro do Centro Israelita do Paraná, o Museu do Holocausto chama a atenção por ser o único do país. Fundado há quatro anos, atrai principalmente escolas (cerca de 15 visitas por semana).

Primeira sala do Museu do Holocausto: histórias reais aproximam o visitante da tragédia mundial.  Foto: Fernanda Tieme Iwaya

Primeira sala do Museu do Holocausto: histórias reais aproximam o visitante da tragédia mundial.
Foto: Fernanda Tieme Iwaya

Diferentemente do que se imagina, o museu promove uma imersão no modo de vida judeu antes do Holocausto – e, apesar de tratar dos danos mundiais ocorridos, não busca expor números, mas sim fazer uma reflexão sobre o modo de vida atual. “Buscamos mostrar a história de forma personificada, através de relatos de pessoas que passaram por esse evento histórico”, explica Carlos Reiss, coordenador geral do espaço.
“Queremos trabalhar com os jovens questões relacionadas à intolerância, preconceito, ódio, racismo e qualquer tipo de discriminação. para que aprendam com o Holocausto aquilo que não pode acontecer de novo”, defende Reiss. “Falar do Holocausto não é falar de morte, é falar de vida”.
As visitas guiadas acontecem aos domingos, mas o museu fica aberto para exposição diariamente. Entretanto, é necessário fazer inscrição prévia – todo o Centro Israelita possui forte esquema de segurança. Medo que os fantasmas voltem ou pela preservação dos materiais históricos? Não, informou um dos guardas: “Nós precisamos zelar pela vida”.

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